A pecuária no Brasil enfrenta desafios críticos que geram prejuízos milionários e comprometem o acesso a mercados internacionais.
Em entrevista ao Giro do Boi, Carlos Oliveira, médico veterinário e especialista em saúde e bem-estar animal da Friboi, destacou que os principais problemas são os abscessos vacinais e a presença de resíduos de medicamentos acima do limite permitido.
Segundo Oliveira, a manutenção da competitividade do Brasil no setor depende de boas práticas de manejo e do respeito rigoroso aos prazos de carência, evitando o descarte de carne nobre e o embargo de unidades frigoríficas. Atualmente, o Brasil possui três unidades frigoríficas (em São Paulo, Minas Gerais e Goiás) desabilitadas pela China há um ano e meio devido à detecção de Fluazuron.
Confira:
Impactos dos abscessos vacinais
Os abscessos são infecções resultantes de aplicações mal executadas. No frigorífico, eles exigem o “toalete” da carcaça, resultando no descarte de dois a cinco quilos de carne. Caso o abscesso estoure, a contaminação pode inutilizar a carcaça inteira.
A gestão profissional da saúde animal no Brasil deve eliminar o amadorismo, conforme destacado por especialistas. A detecção de substâncias químicas é a forma mais rápida de fechar mercados exigentes, impactando diretamente a exportação da carne brasileira.
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Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.
Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.
O post Brasil ainda tem perdas por abscessos e resíduos de medicamentos na carne; o pode ser feito? apareceu primeiro em Canal Rural.